mulheres sem nome
este é um espaço para esposas de pastor, que queiram compartilhar experiencias e meditações sobre o tema: "Esposa de pastor".
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Confissões de Uma Ex Esposa de Pastor

Por Uma Menina do Reino
Ela tinha 20 e ele 27 anos.
Ambos não sabiam que o outro existia.
Ela, nova convertida e cheia de alegria por ter sido encontrada pelo Caminho, pela Verdade e pela Vida.
Ele, não lembro exatamente agora, onde estava.
Ela veio a conhecer o mundo evangélico depois da sua compreensão da Verdade, que foi acontecendo enquanto caminhava pela vida, à sós com Deus. Deus a encontrou fora de qualquer religião, isso para ela é como um troféu. Tudo simples, apenas ela, o Evangelho e o Espírito.
Dois anos se passaram.
Ambos encontraram-se, então, numa pequena congregação que logo depois se tornou “igreja”, pois passou a preencher os requisitos requeridos no Manual Legislativo da denominação da qual havia passado a ser membro.
Ele, pastor denominacional e de família protestante “da mais alta linhagem teológica”, de 3º ou 4º geração, enfim, um invejável pedigree.
Ela, uma “trabalhadora de última hora”, ex-católica não praticante, sem família no ambiente religioso evangélico.
Ele, pastor formado em excelentes instituições, o totem da sua família.
Ela, a uma-boca-a-mais-na-mesa de uma família toda arrebentada, pais separados, mas, que na busca sedenta por Deus, com Ele encontrou-se aos 20 anos.
Ele e ela encontraram-se.
Em pouco tempo, casaram-se.
Ela...
Ela ainda acredita que apesar dos enganos da Religião, casou por amor.
Ele...Não sei ao certo. Talvez tenha casado com ela pela cruel pressão psicológica que uma comunidade religiosa exerce sobre um pastor com quase 30 anos, ainda solteiro.
Ela tornou-se, então, uma nova convertida chamada por todos de Esposa-de-Pastor.
Esse foi seu único nome por muito tempo.
Ela, bem...
Ela nunca conseguiu deixar-se formatar pelo modelo de esposa-de-pastor.
Assim...
A comunidade religiosa não a aceitou. Começou a oprimi-la desde o início, houve uma rejeição coletiva da pessoa dela por ela não enquadrar-se nos padrões do que deve ser uma esposa-de-pastor segundo os moldes desse mundo evangélico doente.
Ela não conseguia entender simplesmente nada do que acontecia, as hostilidades gratuitas, os gritos agressivos em público contra ela, o fato de ser pauta na reunião do conselho da igreja por não conseguir estar presente sempre, as humilhações de senhoras em reuniões de senhoras.
Angústias profundas e ela adoeceu seriamente. Deprimiu-se com o fardo pesado que as pessoas da religião colocaram sobre seus ombros. Os domingos, que antes eram alegres, tornaram-se sufocantes, cheios de ansiedade, febres e outras somatizações.
Ela perdeu a alegria e ele também.
Ela...
Quanto mais deprimida ficava, mais humilhada era, pois correspondia cada vez menos às expectativas dos membros da “igreja” que tem a fixação de que mulher de pastor tem que ser, pelo menos, presidente de alguma sociedade feminina, pois isto “... a tornará mais feliz!”, era o que para ela diziam.
Ela refugiou-se no trabalho com crianças.
Ele, que sempre foi mais ele-pastor do que ele-mesmo, pois ser pastor era algo a que ele apegou-se mais do que ser ele próprio em primeiro lugar, perdeu-se de si mesmo diante dos olhos dela.
Ele deixou-se ser consumido pela instituição, que é pesadíssima e opera de maneira diametralmente oposta à simplicidade da proposta do Evangelho.
Ela, para minimizar tensões no lar, ouvia calada no café da manhã, no almoço, no jantar e em todas as horas do dia as lutas do pastorado dele, que giravam quase sempre em torno da burocracia da denominação, litígios no meio da comunidade e tribunais eclesiásticos, enfim, até a alma dela fadigar.
Ela adorava quando o dia terminava, pois ficava a sós com Deus buscando um pouco de alívio.
Ela chorava, pois via tudo desmoronar.
Ele foi adoecendo da doença chamada Religião sob os olhos dela e ficando uma pessoa cada vez mais agressiva.
Ela percebeu. Advertiu-o sobre o cultivar do amor entre eles. Ele não ouvia mais. Estava absorvido por tudo que dizia respeito à Santa Madre Igreja Protestante.
Ele tornou-se por dentro seco e frio como a Constituição da denominação à que servia, e servia como quem serve a um ídolo.
Ele, cujo Nome Próprio havia se tornado cada vez mais em Sr. Pastor-Ordenado-da-Igreja-Tal, não tinha paz em um segundo de sua vida.
Ela sempre questionou o que via e ouvia, e, calada e em oração, conferia coisa com coisa no coração.
Ela foi tornando-se cada vez mais convicta de que havia algo errado, pois não havia o Amor em nenhum lugar na “igreja” da qual ele era pastor, modo simples de aferição das coisas dado pelo Mestre, Amor, que é a marca da comunidade dos discípulos de Jesus.
Ela viu que tudo aquilo era antítese do Evangelho de Jesus e disse para si mesma observando, um certo dia, o ajuntamento de pessoas que apenas digladiavam-se o tempo todo no dia a dia da vida comunitária, e causavam danos umas às outras:
“Ou eu pago o preço alto e faço a ruptura com tudo isto aqui, e mantenho minha lucidez, ou me torno mais uma nessa linha de produção de gente adoecida e diluída na personalidade.”
Ele adoecia cada vez mais e era cada vez mais agressivo com ela. Ela passou a temer a companhia dele.
Ela havia cansado de lutar sozinha para manter acesa a última fagulha de sentimento que ainda existia.
Ele, adoecido, humilhava-a.
Ela estava traumatizada e sua alma em ruínas.
Tudo acabou.
Ambos seguem seus caminhos sozinhos.
Ela recupera devagar a alegria por ter sido encontrada pelo Caminho, pela Verdade e pela Vida. Tem o Evangelho, somente, como lâmpada para os pés e luz para o seu caminho.
Ela quase não tem notícias dele.
Ele, ouvi falar, estava novamente falando de um púlpito para algum ajuntamento de gente, pela denominação que lhe dá Nome e Sobrenome.
Leia Mais em: http://www.genizahvirtual.com/#ixzz14hY2sjRk
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quinta-feira, 4 de novembro de 2010
um espaço para as esposas de pastor arteiras!!!!!!!!!
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
alerta aos pastores....
COMO VAI SUA ESPOSA?
Uma inestimável bênção ou um delicadíssimo problema na vida do pastor é a sua família. Por esse motivo, vamos começar do começo (assim mesmo: com pleonasmo): o casamento é alvo de prudência e oração. Não se casa só porque ela é bonitinha, recita muito bem, toca piano, teclado ou violão angelicamente, ou tem jeito com as crianças da igreja.
O casamento envolve muita coisa: interesses comuns, convicções firmes e, sobretudo, amadurecimento. Até porque casamento não é só satisfação de instintos: é uma aliança que leva em conta a missão (daí a palavra submissão = "estar debaixo [sub] da mesma missão", cf. Cl 3.18; 1Pe 3.1,5; Ef 5.22,24; 1Pe 1.22; 4.8; Cl 5.13; Rm 15.7).
Necessário é entender que o matrimônio do crente em Jesus Cristo, de modo geral, e do pastor de modo muito particular, é um ministério debaixo do Espírito. Se o Espírito Santo orienta, dirige, governa, tudo fica fácil: o amor se sustenta; a alegria é constante; a paz é verdadeira; a paciência, então, nem se fala; a benignidade (gentileza e cordialidade ungidas) vicejam; a bondade impera; a fidelidade não tem manchas; a mansidão é viva e o domínio próprio, posto em prática, porque esse fato básico: o casamento é um ministério debaixo do Espírito, submisso ao poder e à vontade de Deus.
Isso quer dizer que os papéis do marido, que é pastor, da esposa, que é sua auxiliar à altura, serão orientados, regidos pela submissão sem reservas; sem barreiras, sem condições, sem cobranças. Conhecemos casamento de pastor pobre com moça rica. Não deu certo porque o interesse dele era no sustento que o sogro poderia dar. Ouvimos dizer de casamento de pastor com moça descrente (acreditam?). Já vimos casamento só pelo sexo. Quando o tempo passou e o amor murchou, ele foi atrás de outra(s)?!
O pastor solteiro deve pedir a Deus que abrevie a escolha da mulher com quem vai compartilhar a vida, para não levar a fama de leviano, se namora muito, ou para evitar, até, que o povo fique desconfiado se não namora...
E POR FALAR EM DIFICULDADES...
Mas vamos compreender uma coisa: não é fácil, para a coitadinha, ser mulher de pastor. Ela tem dificuldades que as outras senhoras da igreja não têm, nem vão ter jamais (a menos que o seu querido seja chamado para o ministério da Palavra)!
Uma dessas dificuldades é que ela conhece bem (muito bem, aliás) o santo que tem em casa. Na verdade, é em casa que se é realmente, onde se tira a máscara, ou, se preferirem, onde se é ao natural, sem maquilagem. Talvez o pastor seja todo-sorrisos na igreja, mas grosseiro em casa, e talvez seja grosseiro porque está cansado, desapontado, desanimado, com problemas financeiros e pressões sem conta e de toda ordem.
Mulher de pastor não é "pastora", como dizem aparentemente brincando (na psicanálise freudiana, isso se chama chiste). Mas poucas mulheres têm uma carga de responsabilidades tão grande como a de um ministro evangélico. Aliás, pensando elogiar, alguns irmãos estão colocando fardos, tarefas, deveres que não são necessariamente dela. Agora, há coisas que ela vê e ouve, que seu esposo não vê. É a chamada "intuição feminina". Por essa e outras razões de ordem ética, o pastor deve fazer visitas em companhia da esposa.
A esposa do pastor não pode ser ciumenta. 1Coríntios 13 é um excelente programa para a esposa do ministro. Mas ela é intuitiva, e pode alertá-lo dos perigos e tentações. Ouça sua esposa, colega: ela fala com a intuição... e com o coração.
O pastor que demonstra amar a esposa é um bom exemplo para os homens da igreja. Namore sua mulher; dê-lhe tempo, pois tem necessidade de intimidade, não a deixe competir com a igreja pelo tempo do marido.
É bom lembrar que o pastor e a esposa precisam de amigos com quem confidenciar
(Não pude deixar de copiar, muito bom o texto)
Pr. Walter Santos Baptista, Igreja Batista Sião Seminário Teológico Batista do Nordeste em Salvador Salvador, BA wsbaptista@uol.com.br
Uma inestimável bênção ou um delicadíssimo problema na vida do pastor é a sua família. Por esse motivo, vamos começar do começo (assim mesmo: com pleonasmo): o casamento é alvo de prudência e oração. Não se casa só porque ela é bonitinha, recita muito bem, toca piano, teclado ou violão angelicamente, ou tem jeito com as crianças da igreja.
O casamento envolve muita coisa: interesses comuns, convicções firmes e, sobretudo, amadurecimento. Até porque casamento não é só satisfação de instintos: é uma aliança que leva em conta a missão (daí a palavra submissão = "estar debaixo [sub] da mesma missão", cf. Cl 3.18; 1Pe 3.1,5; Ef 5.22,24; 1Pe 1.22; 4.8; Cl 5.13; Rm 15.7).
Necessário é entender que o matrimônio do crente em Jesus Cristo, de modo geral, e do pastor de modo muito particular, é um ministério debaixo do Espírito. Se o Espírito Santo orienta, dirige, governa, tudo fica fácil: o amor se sustenta; a alegria é constante; a paz é verdadeira; a paciência, então, nem se fala; a benignidade (gentileza e cordialidade ungidas) vicejam; a bondade impera; a fidelidade não tem manchas; a mansidão é viva e o domínio próprio, posto em prática, porque esse fato básico: o casamento é um ministério debaixo do Espírito, submisso ao poder e à vontade de Deus.
Isso quer dizer que os papéis do marido, que é pastor, da esposa, que é sua auxiliar à altura, serão orientados, regidos pela submissão sem reservas; sem barreiras, sem condições, sem cobranças. Conhecemos casamento de pastor pobre com moça rica. Não deu certo porque o interesse dele era no sustento que o sogro poderia dar. Ouvimos dizer de casamento de pastor com moça descrente (acreditam?). Já vimos casamento só pelo sexo. Quando o tempo passou e o amor murchou, ele foi atrás de outra(s)?!
O pastor solteiro deve pedir a Deus que abrevie a escolha da mulher com quem vai compartilhar a vida, para não levar a fama de leviano, se namora muito, ou para evitar, até, que o povo fique desconfiado se não namora...
E POR FALAR EM DIFICULDADES...
Mas vamos compreender uma coisa: não é fácil, para a coitadinha, ser mulher de pastor. Ela tem dificuldades que as outras senhoras da igreja não têm, nem vão ter jamais (a menos que o seu querido seja chamado para o ministério da Palavra)!
Uma dessas dificuldades é que ela conhece bem (muito bem, aliás) o santo que tem em casa. Na verdade, é em casa que se é realmente, onde se tira a máscara, ou, se preferirem, onde se é ao natural, sem maquilagem. Talvez o pastor seja todo-sorrisos na igreja, mas grosseiro em casa, e talvez seja grosseiro porque está cansado, desapontado, desanimado, com problemas financeiros e pressões sem conta e de toda ordem.
Mulher de pastor não é "pastora", como dizem aparentemente brincando (na psicanálise freudiana, isso se chama chiste). Mas poucas mulheres têm uma carga de responsabilidades tão grande como a de um ministro evangélico. Aliás, pensando elogiar, alguns irmãos estão colocando fardos, tarefas, deveres que não são necessariamente dela. Agora, há coisas que ela vê e ouve, que seu esposo não vê. É a chamada "intuição feminina". Por essa e outras razões de ordem ética, o pastor deve fazer visitas em companhia da esposa.
A esposa do pastor não pode ser ciumenta. 1Coríntios 13 é um excelente programa para a esposa do ministro. Mas ela é intuitiva, e pode alertá-lo dos perigos e tentações. Ouça sua esposa, colega: ela fala com a intuição... e com o coração.
O pastor que demonstra amar a esposa é um bom exemplo para os homens da igreja. Namore sua mulher; dê-lhe tempo, pois tem necessidade de intimidade, não a deixe competir com a igreja pelo tempo do marido.
É bom lembrar que o pastor e a esposa precisam de amigos com quem confidenciar
(Não pude deixar de copiar, muito bom o texto)
Pr. Walter Santos Baptista, Igreja Batista Sião Seminário Teológico Batista do Nordeste em Salvador Salvador, BA wsbaptista@uol.com.br
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Meus sentimentos....
Embora, pouco interesse aos amados irmãos, esposa de pastor tem sentimentos,ao ver e ouvir insultos infundados sobre o pastor, ao ver coagirem aquele a quem tanto amo, ao ouvir calúnias a respeito daquele que uma vez renunciou a si mesmo por amor ao reino sinto-me enjoada e envergonhada.Eu apenas observo, a retribuição que dão aquele que tem dedicado a Deus e a igreja os melhores anos de sua vida, a juventude , o vigor , a alegria e a esperança,os sonhos e a força. A mulher sem nome , a "mulher do pastor" tem sentimentos,ela não é uma pedra, ela tem um coração.As vezes tenho vontade de ir embora, junto com meu amado, que antes e ser pastor é meu esposo, ir embora pra longe da hipocresia, longe da falsidade, longe da sobrecarga, longe dos fariseus,ai ouço o choro do pastor pelas ovelhas, vejo a preocupação com a saúde espiritual de cada uma delas, vejo a satisfação em um novo membro, alguém que pela primeira vez, poderá participar da ceia do Senhor.Ao observar suas pregações, seu temor, sua renúncia, sinto-me simplismente imerecedora de tal homem, pois quem pode amar aos irmãos assim, quem consegue tolerar meninices, quem pode suportar hipócritas, sem dar a eles oque na verdade merecem, dura demais seria a menssagem que eles precisam ouvir, certamente eles não suportariam.Louvado seja Deus, por suas misericórdias, exaltado seja, por seu amor, seja ele sempre verdadeiro e o homem mentiroso, ele sempre sincero e o homem falso, ele sempre justo e o homem injusto ,ele sempre puro e o homem imundo.Covardemente me humilho diante desses que desconhecem a inteireza de tua palavra e com esforço lhes abro um tímido sorriso, no fundo da minha alma meu desejo é que um dia possa ve-los crescer, Senhor, hoje dou meu grito de desespero a Ti, que justamente julga todas as causas,seja eu perdoada, quando reclamo, perdoada, quando ardo em ira, perdoada quando vejo a noite passar sem dormir,perdoada quando quero te fazer agir conforme m inha vontade.Louvado seja o Senhor,que não leva em conta minha insenssatez.Te amo meu Deus , e por Ti eu perseverarei.....
sábado, 2 de outubro de 2010
Oque eu faço agora??
O tempo passou , os filhos cresceram e se foram,não estão mais no quarto ao lado, não te fazem mais perder noite de sono esperando por eles na janela, as noites ficam longas e os dias sem graça já que não se tem muito oque fazer.Você ve as vitrines, nada é feito para você,tudo é estranho, as bolsas, sapatos, roupas não encaixam em suas expectativas,as vendedoras não tem paciencia para lhe atender , os médicos também não, os filhos quando atendem seu telefonema parecem que não tem tempo para ouvir oque você tem a dizer,e admirada penssa em como seus filhos são ocupados , como a vida deles é ativa já que todo fim de semana eles tem um compromisso diferente.Você acorda, penssa em uma caminhada mas seus ossos doem as juntas de seu corpo lhe fazem se arrastar,sem compania acaba por desanimar, seu cãozinho agora tornou-se seu melhor amigo, para ele você dá bom dia e boa noite.Um novo tempo chegou,sua atenção, presentes, orações agora são para os netos, que desesperadamente você deseja agradar, acertar com eles no que você errou com os pais deles,mas enfim eles também já começam a crescer, e não gostam mais de beijos nem abraços,o único interesse é em um possível presente que você possa lhes oferecer, por isso eles aparecem cada vez menos, e quando chegam, estão sempre vidrados em algum objeto eletronico,ocasionalmente você comenta algo e eles se entreolham e dão risadas, como quem diz: fala sério!Atentamente ouve eles comentarem sobre as férias e os passeios, lugares e coisas novas que conheceram, fica feliz por tantas oportunidades que eles podem desfrutar, como você gostaria de estar presente nestes tão preciosos momentos, mas infelizmente alguém esqueceu de te convidar, eles mostram as fotos,nas máquinas digitais ou computadores ,você mal entende como funciona, quer ver mas tem medo de acabar por estragar, então espera que alguém possa lhe ensinar, mas eles sempre dizem: deixa que eu mostro, como se sua capacidade de aprender já houvesse acabado.Hoje é domingo, mas seus queridos estão recebendo visitas, então sozinha penssa: oque será que eu vou cozinhar? Hummm que vontade de passear!Prepara algo fácil, senta em frente a televisão e converssando com seu fiel cãozinho mais uma vez vai almoçar.
È, o tempo certamente passou depressa, em suas lembranças seus filhinhos ainda são aqueles bebes que dependem tanto de você ,mesmo assim agora tenta entender que eles precisam que você os deixe livre para aprender a viver afinal seu tempo já passou.Hoje a única coisa que espera e com súplicas pede a Deus é que eles vivam abundantemente, acertem aonde você errou, sejam felizes, e não se esqueçam de te contar....
Para tudo há um tempo determinado tempo de sorrir e tempo de chorar.....(ecl 3)
È, o tempo certamente passou depressa, em suas lembranças seus filhinhos ainda são aqueles bebes que dependem tanto de você ,mesmo assim agora tenta entender que eles precisam que você os deixe livre para aprender a viver afinal seu tempo já passou.Hoje a única coisa que espera e com súplicas pede a Deus é que eles vivam abundantemente, acertem aonde você errou, sejam felizes, e não se esqueçam de te contar....
Para tudo há um tempo determinado tempo de sorrir e tempo de chorar.....(ecl 3)
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Esposa de pastor + pastora =bombril
As mil e uma utilidades de uma pastora:
Quando tiverdes feito tudo que foi ordenado,
considerai-vos servos inúteis, apenas tendo
cumprido o dever(lc17:10)
na ordem que segue as imagens:
artesanato para mulheres, quinta -feira
mensagem e ilustração
sábado
noite da mulher renovada
segunda-feira
preparando uma mesa especial para os novos membros
projeto:nasci para mudar o mundo
sábado
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| cantando no louvorr terça-feira sábado domingo |
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